Tabela 5.1. Subversion
| Iniciar a verificação de actualizações ao abrir uma cópia local | Quando abre uma cópia local, inicia uma verificação por actualizações em segundo plano |
| Iniciar o preenchimento da 'cache' ao abrir | Se estiver activo, o kdesvn começa a preencher a 'cache' do histórico ao abrir um repositório ou cópia local, caso o URL do repositório não seja local (file://) |
| Verificar se os itens têm o “svn:needs-lock” activo | Verifica nas cópias locais se um dado item tem esta propriedade definida e, em caso afirmativo, mostra um ícone sobreposto especial. Se activa esta opção, tornará as listagens realmente lentas. |
| Obter os detalhes dos ficheiros nas listagens remotas | Quando estiver assinalado, o kdesvn irá obter mais informações detalhadas sobre os itens dos ficheiros ao criar uma listagem dos repositórios remotos. Assim poderá ver os bloqueios remotos na visão geral. Tenha cuidado: Isto poderá tornar as listagens REALMENTE lentas! |
| Ler de forma recursiva as informações dos ficheiros | Se estiver activo, a “informação” das pastas irá obter informações sobre todos os itens abaixo, o que se poderá tornar demasiado lento. |
| Guardar as senhas das ligações remotas | O armazenamento de senhas é normalmente um problema de segurança. O Subversion guarda as suas senhas num ficheiro simples, isto é, senhas em texto simples! Por isso, tenha cuidado em activar esta opção, vendo também o item a seguir. Este item só diz que a gravação das senhas está activa por omissão; podê-la-á modificar para domínios específicos na janela de autenticação. |
| Guardar as senhas na Carteira do KDE | Ao gravar as senhas, o ficheiro de texto simples do Subversion é uma falha de segurança. O kdesvn é capaz de as gravar na carteira encriptada do KDE (desde a versão 0.12.0) e usá-las daí. Por outro lado, os outros clientes de Subversion não são capazes de as ler, pelo que as deverá introduzir se usar algumas ferramentas como o svn pela linha de comandos ou o rapidsvn. Dado que o Subversion não encripta as senhas, deverá pensar duas vezes sobre o assunto. |
| Usar a 'cache' interna de senhas | Quando uma senha não está guardada de forma persistente, o kdesvn poderá guardá-la até que o kdesvn termine, para que não tenha de a introduzir de novo em cada operação. A 'cache' nunca é persistente, isto é, não será gravada em lado nenhum. |
| O registo segue as mudanças de nós | Se estiver assinalado, o registo histórico segue as operações de cópia. |
| O registo lê sempre a lista de ficheiros alterados | O comando de histórico poderá ler uma lista dos ficheiros alterados no envio. Isto é útil e, na maioria dos casos, não irá custar mais tráfego de rede. |
| Rever os itens antes do envio | Ao efectuar um envio, o kdesvn poderá verificar o que fazer. Por exemplo, se tiver itens não-adicionados que possam ser adicionados, os itens da lista mudam e a operação actual irá enviar essas modificações. Isso irá custar, dependendo da estrutura, mais ou menos tempo. |
| Esconder os itens novos na janela de envio | Se os itens não-adicionados deverão aparecer na janela de envio ou não. |
| A actualização modifica em vez de gerar conflitos | Se estiver activa, uma adição local no mesmo sítio em que virá uma adição do mesmo tipo de nó do repositório irá resultar num nó normal com uma possível modificação local, em vez de um conflito da árvore. |
| A actualização cria os pais em falta | Se estiver activo, cria também as pastas não existentes, marcando-as com profundidade=vazia |
Tabela 5.2. Tarefas periódicas
Verificar os itens modificados a cada N segundos Verificar os itens actualizados a cada N segundos | Se estiver activo verifica, a um ritmo periódico, os itens actualizados ou modificados na cópia local quando a rede está activa |