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- → (Ctrl+N)
Cria um novo par de chaves (pública e privada) e permite-lhe enviar a parte pública para uma autoridade de certificação (CA) para ser assinada. O certificado resultante é então enviado de volta para si ou guardado num servidor LDAP para você obter para o seu porta-chaves local, onde o poderá usar para assinar e descodificar as mensagens de e-mail.
Este modo de funcionamento é chamado de “geração de chaves descentralizada”, dado que todas as chaves são criadas localmente. O Kleopatra (e o GpgSM) não suportam a “geração de chaves centralizada” directamente, mas o utilizador poderá importar o pacote de chaves pública/privada que recebe da CA no formato PKCS#12 através do → (Ctrl+I) .
- → (Ctrl+Shift+I)
Procura e importa os certificados dos servidores de certificados para o porta-chaves local. Veja mais detalhes em “Procurar e Importar Certificados”.
Deverá ter os servidores de chaves configurados para isto funcionar. Veja mais detalhes em “Configurar os Serviços de Directório”.
- → (Ctrl+I)
Importa certificados e/ou chaves secretas de ficheiros na caixa de chaves local. Veja mais detalhes em “Procurar e Importar Certificados”.
O formato do ficheiro de certificado deve ser suportado pelo GpgSM/GPG. Por favor consulte no manual do GpgSM e do GPG a lista de formatos suportados.
- → (Ctrl+E)
Exporta os certificados seleccionados para um ficheiro.
A extensão do nome do ficheiro que escolher para o ficheiro de exportação determina o formato do mesmo:
Para os certificados do OpenPGP, o
gpge opgpirão dar origem a um ficheiro binário, enquanto oascirá originar um ficheiro suportado em ASCII.Para os certificados S/MIME, o
derirá dar origem a um ficheiro binário, codificado em DER, enquanto opemirá resultar num ficheiro suportado em ASCII.
A menos que sejam seleccionados vários certificados, o Kleopatra irá propor
como nome para o ficheiro de exportação.impressão-digital.{asc,pem}Esta função só está disponível quando tiver seleccionado um ou mais certificados.
Nota
Isto exporta apenas as chaves públicas, mesmo que a chave privada esteja disponível. Use a opção → para exportar tanto as chaves públicas como as privadas para um ficheiro.
- →
Exporta a chave privada para um ficheiro.
Na janela que aparece, poderá escolher o nome do Ficheiro de saída, e se deseja criar um ficheiro de exportação em binário ou em ASCII (armação em ASCII). Ao exportar as chaves privadas de S/MIME, poderá também escolher a Codificação da frase-senha. Veja a discussão sobre a opção
--p12-charset, no manual do GpgSM, para mais detalhes.codificaçãoEsta função só está disponível quando tiver seleccionado exactamente um certificado, estando disponível a chave privada para esse certificado.
Atenção
Só raramente é deverá ser necessário usar esta função e, se for, deverá ser planeada com cuidado. A migração de uma chave privada envolve a escolha do meio de transporte e a remoção segura dos dados da chave da máquina antiga, entre outras coisas.
- → (Ctrl+Shift+E)
Publica os certificados seleccionados num servidor de chaves (apenas no OpenPGP).
O certificado é enviado para o servidor configurado para o OpenPGP (cf. “Configurar os Serviços de Directório”), se estiver definido, caso contrário é enviado para o
keys.gnupg.net.Esta função só está disponível se estiver seleccionado pelo menos um certificado de OpenPGP (e nenhum S/MIME).
Nota
Quando os certificados de OpenPGP tiverem sido exportados para um servidor de directório público, será quase impossível removê-los de novo. Antes de exportar o seu certificado para um servidor público, certifique-se que criou um certificado de revogação, caso queira revogar o certificado posteriormente.
Nota
A maioria dos servidores de certificados de OpenPGP públicos sincronizam-nos entre si, pelo que não há grande vantagem em enviá-los para mais que um.
Poderá acontecer que uma pesquisa num servidor de certificados não devolva quaisquer resultados, ainda que tenha enviado o seu certificado para lá. Isto acontece porque a maioria dos servidores públicos de chaves usam o balanceamento sequencial 'round-robin' do DNS para distribuir a carga por várias máquinas. Estas máquinas sincronizam-se umas com as outras, mas isso normalmente só acontece ao fim de cerca de 24 horas.
- →
Descodifica os ficheiros e/ou verifica as assinaturas dos mesmos.
- →
Assina e/ou encripta os ficheiros.
- → (Ctrl+W)
Fecha a janela principal do Kleopatra. Podê-la-á repor a partir do ícone da bandeja em qualquer altura.
- → (Ctrl+Q)
Termina o Kleopatra.